
A visibilidade da participação do homem na destruição da Floresta Amazônica, desmatamento e queimas é bastante divulgada pela mídia mundial atraindo a atenção do mundo para tal problemática vital. Casos como o fato da mancha de plástico que está se formando no Pacífico não estar correlacionado com as variações de temperatura do Pacífico, o que, se constatado, indicaria que as alterações climáticas decorrentes do “El niño”, entre outros, também estariam sendo causadas pela ação humana. Nos países ricos, a poluição na manutenção da oferta de empregos é aceita e plenamente justificada embora o degelo do Pólo Norte traga sérias conseqüências para a aceleração das alterações climáticas.
É a partir desse contexto crítico que o NIAPAM, como uma postura comprometida com a região, concebe a Amazônia para toda a humanidade, sendo a área do Planeta Terra que mais merece a atenção dos terráqueos, apesar dos planos para salvar a floresta ou recuperá-la se sucederem com baixíssimo resultado. Muito embora o esforço de movimentos e ONGs, quase sempre, ocorrem mediante estruturas piramidais e com alto índice de corrupção, com seus benefícios para a Floresta Amazônica diluídos num emaranhado de políticas públicas desastrosas advindas dos Governos que têm se sucedido no país, como na região, atuando em áreas já degradadas, mas com uma visão míope e pequena demais em ações para manter a floresta em pé (vocação amazônica). Uma Amazônia de todos e para todos ! Essa deve ser a palavra de ordem de todos aqueles segmentos e pessoas – sobretudo, da região Amazônica – que se indignam com a barbárie e lutam por um mundo fraterno e justo.
Vivaldo de Oliveira Reis Filho
Sócio-Fundador do Niapam